quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Comprar, comprar, comprar


Será que as mulheres consomem mais que os homens? Acho que deveria mudar essa frase de interrogação para afirmação. Somos mais consumidoras sim. Não porque compramos mais, mas também porque a quantidade de produtos voltados para o público feminino é muito maior. É só repararmos nas vitrines dos shoppings. Existem muito mais lojas para as mulheres do que para os homens. Sem contar nos produtos de beleza, são milhares de cremes hidratantes, maquiagens, esmalte, xampus... Enfim, uma infinidade de produtos.
Porém muitas vezes consumimos coisas só por prazer, ou porque esta na moda. Outro dia minha irmã me disse que havia contado os seus pares de brincos e que ela tinha nada mais nada menos, do que 60 pares. Apesar de que eu não posso falar muito, essa semana foi arrumar meu guarda-roupa e descobri que tenho mais de cinco blusinhas que eu nunca usei.
Consumimos de forma errada e inconsciente. Vivemos numa sociedade de consumo e para piorar a situação a publicidade nos faz acreditar que “precisamos” adquirir o que, muitas vezes, não precisamos. "Necessidades” são criadas, novos modelos são lançados, e acabamos sendo envolvidos por essa onda de consumo que não cessa.
Este aumento desenfreado do consumo é recente, porém já sabemos que seus efeitos podem ser catastróficos no orçamento, nos nossos hábitos e também no meio-ambiente, que não suporta mais ser devastado e ter ainda que alojar o lixo que é produzido pelo nosso consumo. É por isso que algumas mudanças de hábito tornam-se urgentes, não só para salvar nosso planeta, como também para repensarmos a forma como lidamos com o dinheiro e com o consumo.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

"Mas eu me mordo de ciúme..."




Não Adianta mentir, todo mundo sente ciúme! Às vezes não é nem ciúme do namorado, ou do marido. Muitas vezes sentimos ciúme dos nossos objetos pessoais, como aquela blusinha caríssima, que você não empresta nem para sua irmã.
Mas afinal, que sentimento é esse que nós faz sofrer tanto?
A verdade é que, quando sentimos que o nosso relacionamento está correndo riscos, automaticamente surge a insegurança e com ela, o ciúme, como uma tentativa de preservar aquilo que não queremos, em hipótese alguma, perder.
O problema é que muitas vezes acabamos exagerando na dose, e isso pode agravar ainda mais a relação. Já dizia César Menotti e Fabiano: “... ciumenta, para de ser tão ciumenta, desse jeito nenhum homem te agüenta...”
Mas como controlar esse sentimento que parece falar mais alto do que qualquer outro?
O importante é entender que o ciúme é muito mais um sintoma do que uma causa, pois geralmente, por trás de uma manifestação de ciúme há, nada mais nada menos, que um apelo para o amor e a atenção do outro.
E é exatamente isso que muitas vezes nós, mulheres, queremos: um abraço bem apertado, daqueles que nos faz sentir seguras e um beijo demorado, daqueles que nos faz sentir amadas.